Areia Branca... Eu e Você.


12/06/2011


 
 

SEBASTIÂO AMORIM

Um dos marcos na história da política areia-branquense nos últimos 50 anos, o ex-vice-prefeito e ex-vereador Sebastião Amorim de Souza faleceu na quinta-feira, 9, em Natal, aos 94 anos. Tido como um dos maçons mais antigos do Rio Grande do Norte, foi vice-prefeito em duas gestões, vereador e presidente da Câmara Municipal de Areia Branca. No livro “Silhuetas do Tempo”, o ex-prefeito Jairo Josino de Medeiros traça o perfil de Sebastião Amorim, desde a chegada de Grossos a esta cidade até sua incursão na vida pública. Com o texto, o Blog presta uma homenagem ao saudoso político. Leia.

Dentre as personalidades que o município de Grossos tem “emprestado” a Areia Branca, muitos se destacaram na vida profissional, política e social da nossa cidade. (...) Como parte dessa plêiade de homens ilustres que de um modo ou de outro vieram nos honrar com sua presença entre nós, destacamos a figura ímpar de Sebastião Amorim de Souza, um dos políticos mais honrados e dignos de quantos passaram pela nossa vida pública.

Lembrar de Amorim é também lembrar a “Revolução de 64”, o que acho muito cedo ainda, para se tirar o curativo da chaga que foi aquele movimento entre nós areia-branquenses. Algumas seqüelas deixadas como marcas, não foram ainda absorvidas pelos doentes em estado de observação. Entretanto, não podemos também deixar que se perdure indefinidamente, a injustiça que foi praticada contra alguns de nossos conterrâneos, notadamente Zé Duarte, Aldenor Cândido, Antônio Silvério, Sebastião Amorim de Souza, etc. Com relação a este último, posso afirmar que em tempo algum, Areia Branca foi tão ingrata quanto o foi com esse “filho” ilustre.

Nascido em Grossos no ano de 1917, de estatura mediana, calvo, chegou a Areia Branca ainda moço, ou mais precisamente com 12 anos, estabelecendo-se, depois de poucos empregos, no ramo de secos e molhados. Católico, poucos espíritos entre nós foram dotados de imaginação tão ingênua, tão natural e tão honesta, quanto Sebastião o é.

Naquela época, mais ou menos em 1955, Amorim já era padrinho de um quarto da meninada da terra. Os compadres se multiplicavam aos domingos na Igreja Matriz.

Quando na sucessão de Manoel Avelino, deu-se o problema. Não tendo quem quisesse enfrentá-lo, Solon apelou pra Sebastião, para disputar o pleito, enfrentando a candidatura Francisco Brasil de Góis. Foi sua primeira derrota. Em 1958, novamente o chamaram para disputar com Antônio Calazans, tendo o rolo compressor de Manoel Avelino esmagado suas pretensões de chegar à prefeitura.

Em 1962, finalmente foi eleito vice-prefeito na chapa encabeçada por Chico Costa, e logo a seguir, em 1968, tendo sido reeleito com Alfredo Rebouças, este na cabeça da chapa. Em 1970, tendo o prefeito Alfredo Rebouças sido afastado por um ato arbitrário da “Revolução”, Amorim de Souza solidarizou-se com este e foi afastado também. Em 1976, na eleição de Luiz Duarte, finalmente foi eleito vereador. Insistindo sempre na veia jugular da política, em 1982 foi novamente candidato a vereador, tendo perdido a eleição, pois Expedito Leonez não o ajudara.

Sucessivas derrotas foram-lhes machucando as aspirações, como as últimas folhas de uma árvore que se despede da vida. Até que em 1988, por insistência dos amigos que lhe prometeram ajudar, candidatou-se novamente a vereador, tendo sido derrotado, nessa que foi para ele, sua última aparição na vida pública.

À semelhança de Simão Pedro, que no cantar dos galos negou três vezes Cristo, o povo de Areia Branca também negou a Sebastião Amorim de Souza, não três, mas quatro vezes o direito de dirigi-lo e de representá-lo.

Antigo presidente da Cooperativa Areia-branquense de Crédito. Antigo presidente da Câmara Municipal de Areia Branca, finalmente, em todos os cargos que exerceu em nossa cidade, exerceu com probidade e espírito de justiça.

De repente, porém, desapareceu das rodas sociais, dos conchavos políticos, das articulações palacianas. O antigo chefe grossense aparece vendendo café condignamente na Barão do Rio Branco. Aquele que foi o chefe inconteste da nossa vida política quase meio século, quando torrava café na Rua da Frente e se dedicava a fazer política honestamente, condignamente, como só se fazia antigamente...

· Extraído do livro “Silhuetas do Tempo”, do ex-prefeito de Areia Branca e escritor Jairo Josino de Medeiros

Categoria: Preferidas
Escrito por Toinho de Luizinha às 05h45
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20/09/2010


 
 

Fatos Importantes

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1877 -  A região, em consequência da Grande Sêca, abrigou elevado número de flagelados vindos do sertão do oeste potiguar que procuravam alimentos encontrados nas piscosas águas da maré e do mar - ver Citação, postagem de 17/05/2010.

1892 - Dois anos e três meses depois da proclamação da República do Brasil é criado o município de Areia Branca, através do Decreto nº 10, de 16 de fevereiro de 1892, da Junta Governativa do Estado*

1927 - Elevada a categoria de cidade em 24 de outubro de 1927

1938 - Realizado o Congresso Eucarístíco. Presente Monsenhor Walfredo Gurgel, Pe. Luiz Gonzaga do Monte, representante de Natal, Pe. Ismar Fernandes, Pe. Jorge O!Grady de Paiva, Diretor do Ginásio Santa Luzia de Mossoró, e muitos outros.

1949 - Um domingo do mês de setembro. Inaugurada a Luz Elétrica na cidade. No prédio da usina foram oradores o prefeito José Solon, o Pe.  Ismar Fernandes e o industrial Francisco Solon. A noite  aconteceu festa na praça da Conceição. (DN de 25/09/2010 - no link http://www.diariodenatal.com.br/2010/09/25/historia.php

1955 - Ano de fundação do Ivipinim Clube. 1º de agosto de 1955. Registro no Diário Oficial nº 1.209 de 9 de agosto de 1955.

1968 - 15/08/1968, perfuração do poço para abastecimento d"agua (prefeito Dr. Francisco Fernandes da Costa. (informação de Antonio Fernando Miranda, no blog ERA UMA VEZ EM AREIA BRANCA)

1970 - Maria Elna Belém da Silva é escolhida com a miss Areia Branca e eleita a representante do Miss RN 1970. veja no link: http://normal.nafoto.net/photo20101017044803.html

Veja também: É TEMPO DE MISS 

1974 -ano que começou a entrar em funcionamento o Terminal Salineiro de Areia Branca, ou Porto-Ilha como é conhecido. A cidade, cuja economia dependia basicamente da mão-de-obra, aí considerada as atividades exercidas desde a extração até a exportação do sal, e que dava emprego a centenas de salineiros, dezenas de estivadores, dezenas de conferentes e outras tantas dezenas de trabalhadores da orla marítima, viu, a partir de então, ir minguando esse contigente de mão-de-obra operária.

Dep.Federal Antonio Florêncio,Governador Cortez Pereira,Ministro do Transporte Mario Adreazza, na inauguração.

Continue a ler mais em:

http://eporfalaremareiabranca.blogspot.com/2010/10/o-sal-nosso-de-cada-dia.html

1978 - Inauguração da sede da agência do INPS

Destaques: Deputado Federal Ving-tan Rosado, Prefeito Luiz Duarte Vasconcelos, Prefeito de Mossoró João Newton, Superintendente do INPS Hugo Pires, orador Antonio Cordeiro, além de  secretários da administração regional do INPS.

1969 - Ano da eletrificação. A era COSERN,era governador o religioso Monsenhor Walfredo Dantas Gurgel (1966-1971),e o nosso prefeito era o sr Dr. Francisco Fernandes da Costa, Dr. Chico.

Correio, um dos serviços mais antigo, datam de 18/06/1872

 

Continue vendo mais clicando no link abaixo:

http://flutuabdo.blogspot.com.br/2012/07/os-principais-de-cristo-faz-parte-do.html

Categoria: Evento
Escrito por Toinho de Luizinha às 07h20
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04/09/2010


 
 

A Primeira Viagem

Areia Branca, 1957. Cidade de poucos veículos. Os mais conhecidos eram a sopa que fazia a linha para Mossoró, alguns jipes e o carrinho de Valquírio. De um modo geral, eram esses os automóveis locais que circulavam por nossas poeirentas ruas de então.

Todos os dias a sopa saía para Mossoró pela manhã e retornava à tardinha. Era uma viagem demorada, em função da qualidade da estrada, esburacada e traiçoeira. Os familiares compareciam ao embarque para as despedidas do ente querido, mesmo sabendo que mais tarde ele estaria de volta.

Criança, usando calças curtas e suspensórios, os lugares mais distantes que eu conhecia eram Pedrinhas, Entradas e Casqueira. Do outro lado do rio Ivipanim, apesar da visão diária daquelas comunidades – eu morava na Rua da Frente – conhecia apenas Pernambuquinho e Porto Franco. Nunca fui a Grossos nem a Tibau.

Trabalhando nas Lojas Paulista, como auxiliar de pacoteiro, pairava nas nuvens quando José Dimas, irmão de Bobô, gerente da loja, dizia que passaria o final de semana em Açu (ou Assu, eu nunca sei). Ficava imaginando como alguém poderia viajar para um lugar tão distante somente para se encontrar com uma namorada. Mas era muito distante mesmo. “É depois de Mossoró” – pensava.

Mas o meu dia chegou. Fui passar um fim de semana em Mossoró. A primeira viagem da minha vida. Vesti uma roupa bonita – tricoline da Bangu -, despedi-me de meus pais, peguei a sopa e fui para a casa de Chico Lino.

Em Mossoró, não me contive ao contemplar a grandiosidade do Cine Pax, com suas colunas monumentais. Ao lado, um estacionamento repleto de bicicletas. Eu mal continha minha perplexidade. Sinal de trânsito. Que maravilha. Calçamento. Ruas largas. Movimento de pessoas. A catedral, com aquelas estátuas grandiosas, de bronze, na praça em frente. Parei e fiquei observando. Chamou-me a atenção o fato de o homem de pé – um político – ser muito maior que os trabalhadores à sua frente. Não entendi por quê. O mercado público. Foi o primeiro mercado público de grandes proporções que conheci. Ainda hoje adoro andar no seu interior, onde encontro bugigangas do arco da velha.

Ao avistar um banco, não acreditei. Não havia grade protegendo o seu interior, como eu imaginava. O caixa não usava aquele bonezinho ridículo nem aqueles óculos que a gente via nos filmes de bang-bang no Cine Coronel Fausto.

Cresci muito com essa viagem.

Talvez por isso eu goste tanto de bater pernas mundo afora.

 

De Evaldo Alves de Oliveira, postado em Era Uma Vez Em Areia Branca

 

Categoria: Preferidas
Escrito por Toinho de Luizinha às 04h28
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19/05/2010


 
 

Tarde Angustiada

 

 

Chego à velhice com a sensação de uma enorme perda. Na verdade, não perdi nada, porque nada tive, mas o interior humano tem lá os seus mistérios. E mal se pode falar em tempo perdido, tão curta é a vida. Mas é que essa sensação, que me vem não sei de quê, nem de onde, sobremodo me angustia neste fim de tarde.
Bem; sempre, desde que me entendo, os fins de tarde me trazem uma tristeza que se afunda numa ansiedade sem definição, mas só nesta altura da vida é que se define numa sensação de perda, do quê, não sei. Também, devo dizer, não me dou à busca da origem desse estado de espírito, coisa que nada me preocupa.
Somente deixo-me levar, sem qualquer resistência mental ou psicológica, na correnteza dessas águas sem fonte e sem praia. Dir-se-á que essa angústia é o natural do envelhecimento, qualquer coisa assim como a terrível expectativa do termo da vida. Isso ou outra coisa que seja, é uma dor que dói sem doer, apertando.
Não só por dentro da gente, mas também no sentimento exterior das coisas, e nessa condição objetiva talvez mais. O mundo como que se alonga da luz dos olhos, cinza, e a impressão que se tem é a de que a vida foi, e nada mais que isso, o sonho de um cochilo.

Não sei, porém, se será assim com todo mundo.
Chega de conjeturas. O que importa, pelo menos a mim, é claro, é que todo o meu ser como que se dilui no silêncio morto desta tarde de domingo, pesada de calor e de um vazio infinito. Incapaz de ler, como é costume, ou de fazer qualquer outra coisa, fecho-me em mim mesmo, com essa angústia de sensação de perda.

 

Professor José Nicodemos 07/05/10

 

 

Categoria: Poesia
Escrito por Toinho de Luizinha às 09h13
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18/05/2010


 
 

Se Essa Rua Fosse Minha...Os Logradouros

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Comparar preços

As principais ruas da cidade vistas por fotográfos e ângulos diferentes

Rua Francisco Ferreira Souto

Rua Antonio Quixabeira

Rua do Cais

Rua Xavier Fernandes

Rua João Felix

Categoria: Objeto de Desejo
Escrito por Toinho de Luizinha às 17h05
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"Tico da Costa no MySpace"

Buscar na Web ""

Irio de Paula, L. Gonzaga, G. Gil, C. Buarque, Beatles, Roberto Lima de Souza, Dijesu Carteiro, Véi Amaro e Ontonhe Carpina, Dedé Amorim, Jackson do Pandeiro, os caranguejos da Barra e os de Areia Branca.

Em New York com Pete Seeger

Com Carlo La Manna e Corrado Bungaro - Italia

 

Sobre Tico da Costa:

"Tico da Costa has proven to be a consummate virtuoso guitarist, as often as not sounding like three instruments as he shuffles multiple rhythms, melody and harmony simultaneousy. His gift and variety are simply amazing as well as his sense of humor."
Tradução:
"Tico da Costa provou ser um guitarrista virtuose consumado, quantas vezes não soa como três instrumentos como ele embaralha múltiplos ritmos, melodia e harmonia simultaneousy. Seu dom ea variedade são simplesmente incríveis, bem como seu senso de humor."

Categoria: Citação
Escrito por Toinho de Luizinha às 09h13
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17/05/2010


Categoria: Avaliação
Escrito por Toinho de Luizinha às 16h50
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"Em Busca de Uma Letra"

Autor: José Nicodemos de Souza

Buscar na Web "José Nicodemos de Souza"

"...checar onde era a morada, nos tempos da minha infância, de pessoas que me ficaram na memória sentimental, pelo seu modo de ser, pela sua história de vida, embora anônima, enfim dar satisfações à minha curiosidade sentimental. Mas onde era mesmo o Café de Tica, ambiente do povo do mar, de vagabundos, de mulheres da vida, de poetas boêmios, e que tem uma história interessante? Só sei que era ali na rua do Alto. ...

da surra que mulheres da vida, despeitadas com a beleza de Hilda Caminha, lhe deram, na frente do Café de Tica, numa tarde de domingo. Acudiram-na João Padre e Antônio Militão. Não sei precisar o ano."

                *********************

Retirantes de 1877

Como toda região do semi-árido nordestino, o oeste do Rio Grande do Norte é sujeito a períodos de estiagem, quando faltam as chuvas, as correntes de água param de correr e a seca marca a sua presença severa. Em anos normais a escassez de precipitação pluviométrica dura sete meses, variando para um pouco menos ou mais. Ai a temperatura aumenta e a vegetação perde sua folhagem e fica acinzentada, a fauna emagrece. Quando voltam as chuvas, a paisagem muda muito rapidamente. As árvores recuperam as folhas, o solo fica forrado de pequenas plantas, a fauna recupera suas forças, os riacho e rios voltam a correr, as lagoas e açudes transbordam e a temperatura baixa, embora nunca fique amena sem que seja por efeito dos ventos que vêm do mar.

Entretanto há os grandes períodos de seca, quando a ausência de chuva se prolonga de forma atípica por vários meses e, por vezes, até por anos seguidos. Esse fenômeno é uma permanente ameaça na região semi-árida do Nordeste brasileiro. Sua ocorrência se dá quando a convergência dos ventos alísios de nordeste – predominantes no hemisfério norte – e os ventos alísios de sudeste – predominantes no hemisfério sul – não consegue se deslocar até a região do chamado Polígono das Secas, no período outono-inverno no hemisfério sul. A seca vem quando as chuvas do "inverno" (na verdade, o verão) faltam quando deveriam acontecer.

Em 1877, a região Nordeste viveu uma das mais terríveis secas da sua história, seca que se prolongou por três anos consecutivos, findando somente em 1890. Na região de Mossoró, a população rural, sedenta e faminta, abandonou as fazendas e sítio e se dirigiu para os centros urbanos mais habitados; Mossoró, Macau e Areia Branca. Período houve que existiam na cidade nada menos que 70.000 flagelados em busca de sobrevivência, vindos até de Estados vizinhos.

“A seca iniciada em 1877 jamais será apagada da memória dos sertanejos oestanos. Famílias inteiras se retiram para as regiões litorâneas, fugindo da longa estiagem. Andrajosos, na miséria e famintos, muitos pereciam pelas estradas de terra batida. Em fins de dezembro, Mossoró já conta com cerca de 25.000 retirantes, pessoas cuja ocupação única era ter fome e morrer de miséria ou de varíola. Raras eram os homens que vestiam camisas sãs ou as mulheres que tinham vestidos sem remendos. Muitos morriam em seus casebres improvisados, nas ruas ou nas calçadas da cidade, de onde seus corpos eram levados para o cemitério, onde eram enterrados em valas comuns. A média diária oscilava entre 30 a 40 pessoas óbitos.

Os rigores da seca continuam pelo ano de 1878, registrando com grande quantidade de vítimas. Em Mossoró ainda existiam muitos retirantes. A mortalidade duplicou com o crescimento dos óbitos causados pela bexiga (varíola), que então assolava com mais violência. Quem se aproximava do perímetro urbano da cidade sentia o mau odor que era exalado pelas vítimas da peste. No ano seguinte, 1879, 0 inverno foi pequeno e o sertanejo não teve recursos para iniciar o trabalho de plantio e de criar o gado. Só em janeiro de 1880 é que houve ensaio de inverno, com algu¬mas chuvas. Em Abril as chuvas são copiosas e gerais; só então é que o in¬verno estava seguro”.

Um dos efeitos da grande seca foi fazer de Mossoró um mercado negreiro. Os fazendeiros ricos, por necessitarem de recursos ou por não poderem manter seus cativos, mandavam seus escravos para serem vendidos em Mossoró que, desse modo, viu se estabeleceu na cidade o comércio dos escravos. Várias casas comerciais se especializaram nesse tipo de mercadoria, entre elas a “Mossoró & Cia.”, cujo sócio majoritário era o cearense Joaquim da Cunha Freire, o Barão de Ibiapaba. Os escravos comprados em Mossoró eram remetidos para Fortaleza e, dali, para as províncias do sul.

artigo escrito na Gazeta do Oeste em 07/01/2007
Texto de Tomislav R. Femenick

Categoria: Citação
Escrito por Toinho de Luizinha às 06h28
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17/03/2009


 
 

Tu És Meu Cantar

 

Por mais que busque

Viver o presente

São fortes as lembranças

Do meu lugar.

Meu passado,

Minha praia,

Minha infância,

Minha gente,

Minha mente vibra feliz a recordar.

São fortes as lembranças

Do meu mar,

De minha terra querida,

Do sal do meu lugar,

Do sol da minha praia,

Das noites de luar.

Por mais que busque

O presente,

É na lembrança

Que acalento

A saudade

De minha terra querida,

Areia Branca, tu és meu cantar!

 

De Flauzineide

Escritora e educadora é gestora do programa de Difusão da Literatura Feminina Potiguar e participante do programa de Escolas Leitoras. Também é Cônsul de Poetas del Mundo, Diretora de Eventos da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins (SPVA/RN), Membro da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (Ajeb/RN), membro da Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores (AVSPE).


Imagens de Flauzineidei, em Natal


               ********

Eu Amo Areia Branca

Um dia sonho voltar:

Andar livre pela praia e poder contemplar o

Mar, lá na praia de Upanema
Onde eu encontro o verdadeiro amor de Deus

Amor de Deus presente na natureza

Real, vivo, nos afirmando a louvar e dizer
Ele é o Rei, o todo poderoso que
Irradia nossa vida enchendo-a de
Alegria, esperança, e caridade

Bondade e paz porque a

Realidade dos que nele crêem é cheia de
Amor verdadeiro e
Nada pode acontecer a quem
Confia naquele
Adorado pai!

 

Maria do Socorro Fernandes

 

Na última imagem aparecem Flauzineide, Socorro e Zelma.

Categoria: Poesia
Escrito por Toinho de Luizinha às 19h11
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05/06/2008


Indicado aos Namorados

Lí no jornal O Globo On-Line, crônica de Maureen Flores intitulada "Areia Branca Finalmente..." que, nesta época dos namorados vale apena postar parte da crônica:

O grande espetáculo de Areia Branca é o encontro do sertão com o mar . Você vem passeando de carro tranquilamente, vendo a caatinga, o mandacaru e de repente .... do nada..... as falésias e o mar. Barbáro.”

................................................................

 

“Lugares romanticos nao faltam. Quanto fui a praia , desci pela vila e andei 2 quilometros sem ver viva alma. Um paraíso. Pela manha, pequenas lagoas de aguas transparentes ; a tarde, a mare cheia caminha ao lado da faixa de areia.

Para os mais animados , `a noite , com o mar prateado, há forro na vila. Como dançar coladinho é sempre uma grande pedida, meia duzia de músicas podem eternizar qualquer romance.

De acordo com o pessoal da terra, o melhores locais para namorar são:

os bancos do hotel na pontinha da falésia
o cantinho da piscina onde nao ha mureta e a vista iguala o ceu, o mar e os corações apaixonados
as dunas do rosado, onde o areal se encontra com o mar
a gruta proxima ao hotel , onde os namorados do local gravam seus nomes na pedra”

(foi enviada ao blog do jornal intitulada Com Ar de Romance em 24/11/2006)

Categoria: Preferidas
Escrito por Toinho de Luizinha às 19h13
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20/05/2008


Esboço

Confesso que tento mas as palavras renitem e não aparecem. De vez em quando surgem, muito timidamente, uma inspiração a qual esboço uns escritos que procuro ordenar e passar para o papel. Busco, então, mais inspiração na natureza. Acredito que aí residem todas as musas, dos pintores, dos músicos e dos poetas. Mas, é só começar e ver que os assuntos na mídia são outros. Não mais os temas sentimentais, as saudades, os sonhos e as alegrias de tampos passados. Visto desse modo, percebo que meu rascunho está mal-amanhado, inacabado como sempre.

É difícil abordar um assunto que não nos leve a comentar as baixarias,falcatruas, escândalos políticos, mentiras e mais mentiras que proliferam nos jornais, rádios e televisões. Ainda ontem, ouvi no radio sobre o assalto ocorrido na lanchonete aqui nas proximidades de casa. Chegaram a levar dinheiro, celulares e um carro. A apuração e punição desses eventos danosos não é mais objeto só de alçada federal ou regional, mas também de competência local, pela sua freqüente ocorrência.

É difícil fazer despertar a veia poética e menos ainda a criação literária.

Leio, sem querer, manchete do Diário de Natal onde se destaca “Dupla invade casa e leva jóias em Lagoa Nova”. Me fixei na notícia por ter parente morando naquele bairro. Me lembrei então de um personagem da cidade que todos os dias, ao sair de casa, dava de cara com um anúncio publicitário na parede em frente e ao qual todo santo dia, quisesse ou não,lia soletrando letra por letra. Um dia chamou o vizinho e pediu que apagasse o dito anuncio pois já não agüentava mais a sua leitura.

É difícil escrever. Não é só na parede em frente que abundam sem-vergonhices e falcutruas. Não é fácil pensar em algo que não seja um escândalo político. E vai ficando mais difícil escrever. Ao menos, a casa invadida em Lagoa Nova não foi a do meu parente. Ao menos as chuvas arrefeceram.

Do blogspot Falando Nisso e inserido na minha página do Orkut

Categoria: Eu e você...
Escrito por Toinho de Luizinha às 06h03
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28/12/2007


Louvores e Apreço a Uma Educadora

 

Nesta semana a sra. Francisca Amélia do Carmo Nepomuceno aniversária,

Em sua homenagem um artigo transcrito do jornal DeFato:

Bêco da Galinha Morta

de Francisco Rodrigues da Costa


Lembranças de Areia Branca - Dona Chiquita Carmo
Inicio da década de quarenta chegava a Areia Branca aquela moça esguia de cabelos curtos e pretos, usando óculos de lentes escuras e arredondadas, hospedando-se na casa de tio Luiz Batista, dali só saindo para matrimoniar-se com Raimundo nonato Nepomuceno, carinhosamente "Didico".
De Origem católica, logo se filiou à Congregação das Filhas de Maria, fazendo parte do coro da igreja. Voz de soprano, chamava a atenção pela entonação afinada, destacando-se dentre as vozes do templo cristão. Nas procissões não era diferente. Na antiga Rua Dr. Almino, hoje Dr. Manoel Avelino, se vinha numa das filas do cortejo religioso, mais ou menos em frente a casa de seu Dimas Ramos, lá da esquina da loja de seu Pedrinho Leite, sua voz era ouvida com clareza, cantando hinos, quer fosse o "Queremos Deus", ou "Com minha mãe estarei", ou ainda aquele que dizia "Nesse dia oh Maria nós te damos nosso amor". E os meninos comentavam: "essa voz, a mais alta, é de dona Chiquita". Com sua bela voz marcou presença nas procissões do "Senhor Morto", do "Encontro", de "Ramos", de "Corpus Christi", de "Nossa Senhora dos Navegantes", e de "Nossa Senhora da Conceição".
Ouvi-a, certa vez, na casa de tio Luiz cantarolando o fox "Renuncia", de Roberto Martins e Mario Rossi, na interpretação de Nelson Gonçalves, grande sucesso de 1942. Até hoje, quando escuto esta canção se faz presente na minha mente a figura querida de Dona Chiquita.
Se sua voz se fez admirada, maior admiração conquistou aquela moça franzina como professora, que logo granjeou o bem querer não só dos seus alunos, mas de toda Areia Branca. Esse afeto que contagiou a todos, se estende até aos dias de hoje.
No Grupo Escolar Conselheiro Brito Guerra, ou na sua Escola particular do "beco da galinha morta", era querida pelos seus alunos que lhe tinham verdadeira devoção ante a maneira carinhosa e respeitosa como os tratava.
Aqui dou uma arriscada: dos filhos de Areia Branca daquela época formados em qualquer categoria profissional como Medicina, Engenharia, Advocacia, Odontologia, Jornalismo, Oftalmologia, Contabilidade, Bioquímica, é difícil o que não tenha recebido os fluidos da sabedoria desta tão querida professora.
Desconheço se Areia Branca já lhe rendeu a homenagem da qual se fez credora. Se não, está na hora de faze-lo, convocando seus ex-alunos espalhados por esse Brasil imenso, para se fazerem presentes a esse preito de gratidão. Bem que merece Dona Francisca Amélia do Carmo Nepomuceno.

Jornal DeFato, seção artigos do dia 10 de março de 2003

 

Categoria: Preferidas
Escrito por Toinho de Luizinha às 15h04
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22/10/2006


Saudação

Um dia Especial. Uma Comemoração Dupla.

Feliz Aniversário Areia Branca, Feliz Aniversário Deífilo!

Hoje, vinte e dois de outubro de 2006, a cidade amanhece, como quase todos os dias, cheia de sol, luz e calor. E, festiva e aconchegante, comemora os setenta e nove anos de sua emancipação política e os oitenta anos de sua estrela Deífilo Gurgel.

Deífilo, de extenso currículo e grande exponte da cultura potiguar, ainda ativo e produtivo é Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, Poeta, Jornalista e Folclorista e se diz “areia-branquense da gema”. Em louvor aos dois, o homem e a terra, nesta data, uma dedicatória:

 

A Cultura Popular

Deífilo Gurgel

Nas décadas de vinte e de trinta, Areia Branca foi uma das mais importantes cidades do interior do Estado, no campo da cultura popular. Porto de mar, a facilidade de comunicação com outros centros mais adiantados do país ensejou o surgimento das mais diversas manifestações culturais.

Nós mesmos,, que ainda vivemos a fase áurea dessas manifestações, (décadas de vinte e trinta), podemos dar testemunho, sobre o assunto Os folguedos e danças mais representativos da cidade, naquele tempo eram o bumba-meu-boi, o Fandango a Chegança e o Pastoril.

Pesquisas recentes, que realizamos, com pessoas idosas, revelam que havia ainda por lá grupos de Lapinha e Côco-de-Roda Uma família se destacava, entre as demais, como organizadora dessas brincadeiras. Eram os Gamas , que moravam no fim Progesso Eles eram responsáveis pelo Boi, o Fandango, a Chegança Do Boi guardo impagáveis recordações.

Via sempre o grupo se apresentando em frente à casa de Júlio de Noca , nosso vizinho Era um Boi pobre, de poucas figuras, mas, de muita animação Não lembro de Galantes, esbanjando riqueza de fitas e de espelhos, mas, havia diversos brincantes e figuras de monstros e de bichos: o Mestre, o Mateus, o Birico, o Doutor, o Boi, a Burrinha, o Gigante o Lalaia, o Urubu, que revelam a influencia dos Bois recifenses sobre o de Areia Branca, importada nos iates que faziam a cabotagem no litoral nordestino, até Alagoas e Bahia

Quanto ao Fandango e a Chegança, o autor nunca teve a oportunidade de assistir a suas apresentações, entretanto, temos depoimento gravado com o maestro Osvaldo de Souza que, adolescente ainda, teve a oportunidade de ver o Fandango dançar em frente à Igreja N. Sª da Conceição, com barca e tudo, na beira da praia

Osvaldo de Souza foi uma das mais representativas figuras da cultura potiguar. Amigo íntimo de Cãmara Cascudo, em determinada fase de sua vida, o maestro trabalhou em São Paulo, no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, sob a direção de Mário de Andrade, um dos raros gênios das letras nacionais. Osvaldo era filho de Cícero de Souza, Administrador da Mesa de Rendas da cidade, nas décadas de 10 e 20, Cícero era irmão do Governador Antonio de Souza, ambos descendentes de uma das mais ilustres famílias do Rio Grande do Norte.

No seu depoimento, Osvaldo recorda o tempoo feliz em que viveu em Areia Branca e comenta emocionado: “Seu Deífilo, eu nunca vi um povo como o de Areia Branca, tão ignorante de estudos musicais, mas tão inspirados para compor músicas como aquelas jornadas de Fandango e Pastoril e as marchinhas para os blocos de carnaval. Muitas daquelas ainda estão guardadas, aqui em minha cabeça”. (À época da entrevista o maestro deveria ter uns bons oitenta anos de idade).

Quanto aos Pastoris, havia-os à vontade, no Progresso, na Água Doce, ruas com dois, três Pastoris. Só na rua do Progresso, em determinada época, havia três. E os nomes eram os mais diversos: “Lourista”, “Lourencista”, “Amancista”, “Futurista”. Um dos “velhos” de Pastoril mais conhecido da época, era Melé, irmão de Mirado e tio de Bobô, orgulho musical de Areia Branca, trabalhando atualmente nos resgates de velhas melodias areia-branquenses...Nos Pastoris havia leilões de prendas e as próprias pastoras, nos intervalos das jornadas, circulavam no meio do público, ofertando aos torcedores dos cordões , em troca de moedas, flores e fitas que eram presas por alfinetes às lapelas dos espectadores. Entretanto, não era apenas as danças folclóricas que faziam a alegria e o orgulho dos areia-branquenses.

(do Livro “AREIA BRANCA - A Terra e a Gente”)

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Escrito por Toinho de Luizinha às 03h34
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06/02/2006


O Novo Salão do Barbeiro

O Velho e o Novo

 

O salão antigo tinha uma única porta e ficava no meio do quarteirão, do lado do sol, de modo que a tarde o ambiente ficava um calor muito forte e a freguesia escasseava. O corte do meu cabêlo acontecia sempre com êle falando, falando e eu cochilando naquela madorna. Tudo muito rápido. Nem por isso aquele ritual deixava de ser um momento de relax, de descontração.

 

Supreendeu-me a localização do novo salão. Numa esquina, com duas fachadas - frente e lateral. Muito ventilado e disposto de modo que a cadeira do freguês situa-se no centro, exposta aos passantes. Assim, eu estava aos cumprimentos de amigos que passavam pela calçada do salão. Um em especial veio falar comigo, ex-amigo de mesa de bar, que como eu, também fôra um pouco boêmio.

Já não se conformava com sua ausência àquelas mesas. Eu dizia que já não me sentia tanto desses encontros. Pois da última vêz que entrei em um bar, apesar do ambiente conhecido e familiar, as pessoas já não eram as mesmas. Outros rostos,outros nomes. O tempo, a idade da nossa geração, haviam afastados todos os confrades da sociedade, criando um barreira entre o novo e o antigo. Renovação dos tempos, também. 

 

No decorrer desse nosso colóquio, no 1º dia do salão novo, de temas agradáveis envolvendo nossa turma, nossa cidade, outras pessoas se juntaram e nós, ao final, confessamos sem mágoas: carecemos é de lugar prá conversar, voltar a vida. E nenhum lugar melhor que o novo salão do barbeiro.

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Escrito por Toinho de Luizinha às 14h47
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07/10/2005


Um Nome...Uma Legenda.

Tinha eu meus quinze anos quando despontava no meio social, afinal eu era Toinho de Sebastião Amorim. Os eventos sociais aconteciam e, para mim, já se anunciavam como um rito ao qual em breve eu estaria participando como mais um entre tantos. Então, tal qual aluno que ainda não conseguiu sua vaga, comecei a sondar pessoas e lugares.

De todos os lugares e pessoas com os quais me relacionei, através da freqüência e convivência criei um elo forte de intensa união. E assim fui me familiarizando e começei então a formar imagens e conceitos de carinho e de solidariedade. Tal a impressão que tive da sociedade. Os laços fraternos, decorrência desta vida gregária, é que nos une e nos torna solidários.

Dentre as pessoas da minha Areia Branca - cidade que me adotou, uma destacava-se entre as demais. Era chamado por Dr. Gentil, apenas. Seu nome era comum em todos os segmentos da cidade. Médico e humanitário Atendia a todos. De fala fácil era figura presente em todas solenidades (até em excursões do time da cidade). Transcorrido tanto tempo de sua morte, Areia Branca ainda hoje lhe rende homenagens. Não é difícil imaginar o impacto que causou a notícia publicada no jormal O Mossoroense naquele triste 1º de novembro de 1962, véspera do dia de finado, a seguir:

"Será sepultado hoje, em Areia Branca,o médico Antonio Gentil Fernandes

Faleceu ontem na vizinha cidade de Areia Branca, onde reside, o conhecido médico (...) - Antonio Gentil Fernandes, elemento de conceito social naquele meio

Fora o mesmo acometido de colapso que o fulminou, (...) tendo sua morte (...) vivamente os círculos sociais daquela e desta cidade, onde era também muito relacionado

O Dr. Antonio Gentil Fernandes ocupou vários cargos eletivos naquela cidade, tendo sido vice-prefeito e membro de seu legislativo para cujo corpo direcional do município havia sido reeleito nas eleições de 7 de outubro deste ano

Era integrante da Loja Maçônica “Coronel Fausto” daquele meio, tendo sido seu primeiro venerável e da Loja Maçônica “24 de Junho”, desta cidade, tendo ocupado o cargo de orador por vários anos.

Natural da cidade de Caraubas, há longos anos transferiu-se para Areia Branca, onde se matrimoniou com a srª D. Rita Costa Fernandes, de cujo enlace deixa vários filhos de ambos os sexos.

Seu sepultamento terá lugar naquela cidade, pelas 9:00 de hoje, tendo seguido para Areia Branca uma comissão de membros da Loja Maçônica “24 de Junho” que, acompanhará seus restos mortais ao cemitério público

Fazemos chegar o nosso pezar a viúva e filhos, bem como a sociedade areia-branquense pela perda irreparável sofrida com o desaparecimento do Dr. Antonio Gentil Fenandes".

(texto transcrito do jornal “O Mossoroense”, edição nº 3.346, de 1º de novembro de 1962 - as partes destacadas com (...) indicam palavras ilegíveis; matéria completa no site www.raibrito.com.br)


 

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Escrito por Toinho de Luizinha às 13h56
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